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Mais que um protetor térmico.

Não recebi nenhuma sugestão ou direção para produzir o texto de hoje: deveria, portanto, escrever sobre o que me viesse à mente, podendo ou não apresentar linhas e/ou produtos muk. Fiquei animada com a liberdade, desse modo, poderia explorar melhor algum assunto que estivesse desejando compartilhar, imaginei. Porém, ironicamente, estou (estava, o texto me libertou!) presa à vontade de falar apenas sobre um produto específico, de dividir a experiência de estar usando no cabelo, antes do secador, o Hot muk, que experimentei há coisa de três semanas e não largo mais:

Num sábado, cheia de vontade de fazer algo mais conectado à natureza - e estimulada pela época do ano (é outono por aqui, um dos períodos mais interessantes para passear pelas reservas, parques e bosques da cidade, devido, também, à beleza com a qual se apresentam muitas espécies de árvores, que ostentam folhagem de tons avermelhados. Os que curtem de verdade fotografia, por exemplo, são apaixonados pela época e, obviamente, estão sempre armados com câmera na mão) -, decidi por fazer uma caminhada, bem cedo da manhã, pelos 350 hectares da reserva ecológica Costanera Sur, já que, pensei, se faria algo mais matutino e vibe natureza, que fosse logo radical (porque, claro, fazer uma caminhada também realizada por famílias com crianças pequenas numa reserva ecológica dentro da cidade, é coisa pra aventureiro mesmo, não resta dúvida, rs). A Costanera Sur, um dos maiores espaços verdes da cidade, é também o lar de milhares de espécies de pássaros lindos; possibilita que a percorramos a pé ou em bicicleta por estradinha de terra e pedrinhas - às vezes, é preciso dar passagem a algum réptil que está atravessando o caminho; faz margem com o Río de la Plata, e num cantinho, forma uma mini praia, onde se pode estirar a toalha e ficar sob o sol (e era exatamente o que mais eu estava desejando). Os que são de mate, ou seja, todos os argentinos, se optam pela versão mais contemplativa do passeio (a reserva também é certeira opção para os corredores mais esportistas), estão sempre acompanhados dele, enquanto ficam ali, só admirando as belezas do local. Nessas horas, fica muito evidente como fazemos/somos parte de um mesmo todo, né? Quando estamos na grama, bem pertinho da água do rio, sentindo a brisa, o calor do sol, presenciando a interação dos bichos, nos sentimos totalmente interligados à natureza, não é verdade? Sempre me faz pensar no porquê de eu não fazer isso mais vezes por aqui. Nos arredores da reserva, ainda ficam os famosos carrinhos de choripan (eu não conseguiria fazer vista grossa à atração culinária do local), que é o famoso e super simples sanduba vendido nas ruas argentinas, que consiste em um chorizo dentro de um pão carioquinha (ou cacetinho, ou francês...dependendo da região do Brasil onde se esteja). É um programa belo e revigorante (e pode ser super light, quando se consegue resistir ao chori no fim da caminhada). Esse ano - o último da minha temporada em terras hermanas -, quero mudar minha postura quanto a isso e aproveitar mais dessas bonitezas verdes que Buenos Aires proporciona. Que fique o registro.

Pois bem, mas, exatamente nesse dia em que estava imbuída de todo o espírito “caminhada ao ar livre”, o tempo não estava nada propício para a realização dessa vontade, pelo menos, não para mim: chovia e a manhã exibia aquele visual escuro, parecendo que a noite não queria ir embora. Foi então que me perguntei, face à catástrofe contada, ”Why, God, why bad things happen to good people?”, assim como fez Ross - igualmente bem pouco dramático - diante da terrível tragédia do shampoo estourado na mala de viagem (saudações aos eternos fãs de Friends). Sem, então, a possibilidade do programinha que havia planejado, frustradíssima, acabei optando pelo cineminha de sempre - não era o que tinha em mente para aquela manhã, mas é sempre uma opção acolhedora, né? Por sorte, tem uma sala ótima aqui pertinho de casa, que costuma projetar uma variedade grande de películas argentinas e cobra o equivalente a três reais pelo ingresso, o que soa como música para os meus ouvidos, tendo em vista que a ideia de que “com 50 pesos, na Argentina, se compra até um barco”, como disse Phoebe, em uma de suas canções (lembram, Friends-maníacos? hehe), hoje, está bem equivocada: a verdade é que, em meu entendimento - e orçamento - os preços aqui estão/são salgadinhos como água do mar, e, geralmente, as entradas dos cinemas custam no mínimo cem pesos. E, bom, como tenho borrifado (o meu é em spray, mas há também a versão em sérum) o protetor térmico Hot muk todos os dias antes de secar o cabelo, assim o fiz, me arrumando para sair. Resguardada pelo meu guarda-chuva gigante, me dirigi ao cinema e elegi ver Nieve Negra - achei o título bem a cara daquele dia -, argentino, com Ricardo Darín, claro (rs). Terminado o filme, entrei num café que fica ali na redondeza, pedi um trequinho qualquer para comer e fui ficando, na companhia de um livro interminável que leio há quase dois séculos, até quase fim de tarde, quando voltei pra casa. O filme foi ok (apenas ok mesmo, em meu humilde achismo), mas o meu cabelo - que detesta umidade - estava surpreendentemente ótimo! Ele é super fino e por qualquer coisa já fica embaraçado e “armado”, em dias úmidos, então, fica estranhíssimo, cheio de frizz. Entretanto, naquele sábado em que a chuva não deu trégua, ele permaneceu tão legal, solto e macio; do jeitinho que saiu de casa. Atribuí o comportamento do meu cabelo naquele dia chuvoso e úmido ao uso do Hot muk, e não à toa o fiz, posto que, além da observação do resultado que ele proporcionou/proporciona aos meus fios, sou ciente dos motivos que embasam minha percepção:

O protetor térmico Hot muk atua protegendo o cabelo de danos provocados pelos raios UV - o que acaba evitando desbotamento dos cabelos coloridos - e por calor mecânico (o da escova, chapinha, babyliss...). Por agir selando a cutícula dos fios do cabelo, protege também dos efeitos da umidade, ajudando a manter a escova e a disciplina! Ele possui termo-ativos, que em contato com o calor, promove um cabelo mais liso, emoliente. Não tem consistência oleosa e ainda possui um cheirinho cítrico delicioso de laranja.

Logo, não deveríamos ser displicentes no uso diário do termo protetor Hot muk, pois ele age salvaguardando os cabelos em muitas frentes, resultando em cabelos protegidos e disciplinados todos os dias; faça chuva ou faça sol.

Foto da capa feita pela Muk Haircare Reino Unido com a modelo Zara Watson.

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